A história de Augusto Stahelin mostra como um presente ideal — a Balance Bike da Nathor — pode transformar vidas, virar rotina de brincar junto, exemplo para os pais e filhos e, duas vitórias catarinenses depois, já faz parte da identidade da família
Essa história passaria despercebida décadas atrás. Mas atualmente, o ato de brincar ao ar livre tem se tornado cada vez mais restrito, mesmo para crianças que vivem em lugares mais tranquilos. Nas grandes cidades, o que se observa é um vício em telas — e cada vez menos brincadeiras ao ar livre. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças pequenas façam pelo menos 180 minutos de atividade física por dia, e cita o ciclismo como uma das atividades mais indicadas para essa faixa etária. Com isso, a simples brincadeira de andar de bicicleta torna-se algo muito mais do que prazeroso: é uma ferramenta de transformação para estimular tempo de qualidade entre as famílias.
Foi assim com Augusto Stahelin. Ele ainda não tinha dois anos completos quando ganhou sua primeira bicicleta, de presente do Papai Noel. Hoje, aos 4 anos, já é bicampeão catarinense de bicicross e uma referência entre os amigos e familiares que o veem pedalar. A história começou de forma simples: uma Balance Bike da Nathor, dada por seus pais, Thaisa e Alexandre Stahelin, quando o menino tinha cerca de 1 ano e meio. De lá para cá, como ele mesmo diz, anda “há muito tempo de bike” — algo que já está inserido em sua rotina esportiva.
“Nós demos a balance pro Augusto no Natal, quando ele tinha 1 ano e meio, mesmo com a bicicleta sendo maiorzinha, ele já brincava com as rodinhas e gostava, pois meu marido Alexandre sempre levou ele pra passear na cadeirinha,” conta Thaisa Stahelin, mãe do pequeno atleta.
O primeiro equilíbrio

Augusto sempre foi uma criança curiosa e cheia de energia, segundo a mãe. Por isso, não demorou muito até que a curiosidade se transformasse em conquista. “Na primeira vez que vimos ele realmente se equilibrando e entendendo como a bike funcionava, sentimos uma mistura de emoção e orgulho. Era mais um passo da autonomia dele, e poder viver esse momento com ele foi muito especial,” relembra Thaisa.
Os primeiros treinos aconteceram em lugares simples e seguros: o estacionamento da empresa do pai, em Blumenau (SC), e as pistas com obstáculos de skate e bicicleta dos parques e do clube da cidade. “Sempre gostamos de proporcionar experiências que incentivem a liberdade e o movimento, e nesses ambientes tínhamos mais liberdade pra deixar ele explorar,” explica.
Da Balance Bike ao bicicross

Para Thaisa e Alexandre, a escolha da Balance Bike não foi por acaso. Sem pedais, o modelo permite que a criança desenvolva primeiro o equilíbrio e a coordenação motora, antes de partir para uma bicicleta convencional. “Como ela não tem pedais, ele aprendeu primeiro o equilíbrio, coordenação motora, desenvolveu confiança e coragem. Como o Augusto sempre foi uma criança enérgica e tem uma estatura grande, queríamos que ele tivesse controle e um bom domínio de coordenação motora do corpinho,” diz a mãe.
Alexandre, que jogou basquete por muitos anos, já tinha o desejo de incentivar o filho em algum esporte. Foi o próprio Augusto quem apontou o caminho. “O bicicross surgiu pela alegria e vontade do Augusto de querer correr e se desafiar,” conta Thaisa. “E com certeza por causa da balance, a transição para a bicicleta com pedais aconteceu de forma muito natural, praticamente sem medo ou dificuldade.”
O resultado desse processo, respeitado no tempo da criança, foram dois títulos catarinenses de bicicross conquistados por Augusto — números expressivos para um atleta que ainda está com 4 anos de idade. “Foi incrível perceber como esse processo respeitou o tempo dele e tornou o aprendizado muito mais leve e divertido,” resume a mãe.
Uma tradição de família, uma escolha renovada

Assim como em outras famílias de ciclistas, o gosto pela bicicleta em casa não nasceu com Augusto. Thaisa lembra da própria infância, quando aprendeu a pedalar da forma mais tradicional. “Aprendi da forma mais tradicional, com rodinhas no início e, depois, criando coragem para seguir sozinha. É uma lembrança que guardo com muito carinho e que hoje faz ainda mais sentido, porque posso reviver esse momento ao lado do meu filho,” diz.
Hoje, a bicicleta ocupa um lugar central na rotina da família. “A bicicleta representa tempo de qualidade em família. É muito mais do que um esporte ou uma brincadeira: é uma oportunidade de estarmos juntos, de incentivar a confiança e a autonomia. Hoje ela faz parte da nossa rotina e já nos proporcionou viagens, amizades, competições e memórias que com certeza vamos levar para a vida toda,” completa Thaisa.
Referência para os amigos

Nascido em Blumenau, Augusto se mudou com a família para Jaraguá do Sul (SC) em janeiro deste ano. Filho único, sem irmãos ou primos próximos na região de origem, encontrou na bicicleta uma forma de se aproximar de outras crianças. “Em Blumenau não tínhamos parentes próximos e o Augusto não tem irmão, então a bike serviu de estímulo para brincarmos mais com os amiguinhos fora de casa,” conta Thaisa.
O exemplo, aliás, se espalhou. “Quando demos a bicicleta de presente para o Augusto, acabamos inspirando outros amigos também. Vários pais que convivem conosco decidiram comprar uma balance bike para os seus filhos, e hoje praticamente todos os amiguinhos mais próximos dele também têm uma,” relata. “A bike não foi só um presente para o Augusto, mas também um incentivo para que outras famílias saíssem mais de casa e compartilhassem esse estilo de vida.”
A preferência de Augusto entre a tela e o ar livre também não deixa dúvidas, segundo a mãe. “Se eu perguntar: ‘Filho, você quer ficar em casa assistindo desenho ou quer ir ao parque andar de bicicleta com os amigos?’, a resposta é sempre a mesma: ‘Quero ir andar de bicicleta!’ Para nós, isso não tem preço,” diz Thaisa. “A bicicleta representa liberdade, amizade, movimento e uma infância vivida do jeito que acreditamos que ela deve ser: brincando, explorando e criando memórias ao ar livre.”
Em Jaraguá do Sul, a família encontrou no Parque Malwee uma pista de bicicross com aulas gratuitas para crianças de todas as idades, incluindo o chamado “pré-bike”, voltado a crianças de 2 a 5 anos que ainda andam de balance bike. Foi lá que Augusto se matriculou no bicicross — e onde segue somando conquistas e fazendo novas amizades na cidade.

Texto: Andre Piva / @Bikenamidia
Fotos: arquivo pessoal da família Stahelin
CONTEÚDO PATROCINADO
Sobre a Nathor Bicicletas
Fundada em 1985 em Blumenau (SC), a Nathor é a maior indústria de bicicletas infantis da América Latina, com capacidade de produzir até 7 mil bicicletas por dia e mais de 1,3 milhão de unidades fabricadas por ano. A marca produz triciclos, bicicletas e acessórios infantis com foco em segurança, conforto e qualidade, e mantém parcerias com marcas licenciadas como Disney, Marvel, Mattel e Caloi. Saiba mais em nathor.com.
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